Seja Bem Vindo!

Eu não preciso de ti. Tu não precisas de mim. Mas, se tu me cativares, e se eu te cativar...Ambos precisaremos, um do outro. A gente só conhece bem as coisas que cativou, por isso tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!

(Antoine de Saint-Exupéry).


domingo, 28 de setembro de 2008

O que eu sinto

Explicar o sinto é difícil... faltam palavras pra descrever o estado de espírito em que me encontro. Parece-me que nem mesmo o Aurélio, tem suficientes expressões para ajudar-me nesta empreita.

Reviro meu interior em busca das palavras.

Eu, que sempre escrevi o que vai na alma, que sempre brinquei com as palavras, fiz joguinhos com verbos... abusei da gramática e de seus tantos recursos literários, me vejo assim, paralisada perante meu sentimento.

Tentei buscar expressões em outros idiomas com os quais me familiarizo... mas foi vã esta minha tentativa.

O que sinto é tão maior do que eu, preenche-me de uma forma tão absoluta, desnuda minha alma tão sem cerimônia, que nem rubra sinto minha face... nem mesmo causa-me estranheza ou pudor, ver-me assim, tão exposta, tão nua em meu sentir.

Um sentir tão intenso e tão senhor de si, que tudo pode, que tudo sabe, que tudo me esclarece de uma forma tão sincera e verdadeira que clareia os recônditos mais profundos do meu ser...

É como se eu descobrisse que o universo passou a habitar dentro de mim, não existindo segredos ou mistérios que não tenham sido desvendados, tudo simplesmente deixou de ser, tudo agora me foi revelado e esclarecido... tudo agora é em mim, tudo agora comigo está.

O que eu sinto é uma clareza tão absoluta, uma verdade tão simples... que fico assim, pasma diante de tamanha revelação, a ponto de sentir paralizada a minha fluência verbal, anestesiada a minha capacidade de expressão... adormecida a minha habilidade de confessar... não para o mundo, mas para mim mesma, que o amor que sinto em mim é tão puro, verdadeiro, tão maior do que eu... que me faz ficar assim, de joelhos e submissa, em completa e total rendição...

Por isso não encontro as palavras, faço apenas baixar meus olhos, abrir meus braços e assim, sem nenhuma resistência, me entregar!


By: Mari

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Minha Matéria

Precisa-se saber do que se é feita afinal
(por Patrícia 'Ticcia' Antoniete)

Não me encontro sempre que me busco, mas se me alcanço, me perco e me oriento. Me ouço e me uso indiscriminadamente, porque de mim já tenho anticorpos, já vivo na área de tolerância máxima, já incorporei todos os adendos, já me traduzi todos os verbetes.

Vibro, sempre, por dentro e por fora, me desnudo e me descasco, não escondo contentamento, não amenizo decepção, não negocio sentimento. Me ofereço, me entrego, me jogo, me largo e, se cair, me junto. Não me poupo, não me economizo. Sou das intensidades e da paz que encontra-se nelas. Quanto mais eu vivo, mais fico viva, quanto mais desejo, mais se alarga meu passo. Não vejo horizonte, vejo caminho e o sol que me acompanha. Não fujo da chuva, prefiro tomá-la de frente. Não minto que não me arrependo, mas não é o erro que me paralisa, nem o medo, é o horror de não ter podido tentar mais uma vez.

Amo muito e quando amo, amo com meus olhos e minhas pernas, amo com a pele dos meus braços, com os nós dos meus dedos, com meu pés tortos, com tudo que me resta e me transborda, amo com meu sexo, com minha carne, com minha saliva e com todas as minhas palavras. Amo porque nasci para ser feita de uma matéria desmedida, incontornável, que não se encarcera, não se rotula, nem se guarda para depois. Amo porque o amor me define, me nomeia, me batiza, me profana e me santifica. Amo porque a mim não resta nenhuma outra escolha que não a de ser eu mesma, um pouco mais, todos os dias.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O Amor...

Ah! o amor...
Acredito que a maioria de nós, passa uma parte enorme de nossas vidas querendo encontrar o amor, sentir o amor e.... o mais difícil, tentamos explicar o amor.
É ai que a gente erra... como explicar um sentimento que é maior do que tudo aquilo que nossa compreensão alcança! Não existe amor que possa ser medido, avaliado ou quantificado; como não existe também aquela coisa de dizer "nunca mais vou amar desse ou daquele jeito... não vou mais amar tanto assim!"... Estas são colocações equivocadas que geralmente fazemos quando estamos feridos, desiludidos... expostos em carne viva em nossa dor.
Como já disse Saint Exupéry: "O amor é o único sentimento que não se desgasta, quanto mais se dá, mais se tem".
E nesta ânsia louca de tentarmos explicá-lo, vamos deixando de vivê-lo na medida certa em que ele se apresenta em nossas vidas.
Eu aprendi que geralmente confundimos o amor com a paixão. Após as primeiras descobertas e vivências a dois, muitas vezes assusta perceber que aquele sentimento arrebatador do início, começa a mudar... não na sua intensadidade ou essência, mas nas suas necessidades.
A medida que vamos conhecendo melhor um a outro, vamos percebendo que não é só de fogo, urgência e desejo físico que este sentimento é feito... E é exatamente neste ponto que os questionamentos surgem. Afinal, vivemos em mundo tão imediatista onde geralmente temos nossas necessidades tão prontamente atendidas, que um sentimeto como o "amor" não pode ser também um sentimento de plenitude, de tranquilidade, de comunhão entre almas... se não estiver acompanhado da urgência ou de um fogo intenso 24 horas por dia...
Eu penso que os relacionamentos nos dias de hoje, começam e terminam as vezes de forma muito rápida, porque não se sabe viver ainda, com a paz que o amor proporciona. Amar é estar em paz... é ter a certeza cega de que ambos se completam em todos os aspectos. Amar é estar sempre seguro de que se é amado de volta, por tudo que se é, por tudo que se tem de seu e do outro, por tudo que se faz e não por aquilo que se espera; por tudo quanto se dá sabendo de tudo quanto se recebe, sempre na mesma medida. O Amor não é feito de expectativa, não causa apreensão, não sufoca, não maltrata, não impede, não machuca, não oprime, não prende!
O amor é liberdade, é escolha, é aceitação, é compreensão e companheirismo, é paciente, é calmo, é tranquilo, é seguro, é certo... o amor....é paz!

Mari

O Perdão

Definição de perdão (dicionário wikipedia)

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o sentimento de ressentimento ou raiva contra outra pessoa, decorrente de uma ofensa percebida, diferença ou erro, ou cessar a exigência de castigo ou restituição.
O perdão pode ser considerado simplesmente em termos dos sentimentos da pessoa que perdoa, ou em termos do relacionamento entre o que perdoa e a pessoa perdoada. É normalmente concedido sem qualquer expectativa de compensação, e pode ocorrer sem que o perdoado tome conhecimento (por exemplo, uma pessoa pode perdoar outra pessoa que está morta ou que não se vê a muito tempo). Em outros casos, o perdão pode vir através da oferta de alguma forma de desculpa ou restituição, ou mesmo um justo pedido de perdão, dirigido ao ofendido, por acreditar que ele é capaz de perdoar.
O perdão é o esquecimento completo e absoluto das ofensas, vem do coração é sincero, generoso e não fere o amor próprio do ofensor. Não impõe condições humilhantes tampouco é motivado por orgulho ou ostentação. O verdadeiro perdão se reconhece pelos atos e não pelas palavras.


Reflexão sobre o Perdão

Dizem que perdoar é coisa de gente fraca , medrosa, boba. Possuímos crenças negativas de que perdoar é aceitar de forma passiva tudo o que nos fizeram. Achamos que perdoar é aceitar agressões, desrespeito aos nossos direitos. Muitos afirmam: "eu não levo desaforo para casa!..." Somos alguns destes?
Não existe uma razão plausível para não perdoar, mas existem muitas razões para exercitarmos o perdão.
A primeira razão para perdoar encontra-se na constatação de que todos nós ainda somos imperfeitos. Não há ninguém, que tenha atingido a perfeição, por isso, o erro faz parte das nossas vidas.
Sendo assim, haveremos de aceitar as pessoas como elas são; cheias de virtudes e defeitos. Não há perfeição, ainda somos imperfeitos. Vamos sair da ilusão de que os outros devem ser perfeitos, principalmente quando agem conosco. Será que estamos aceitando as pessoas como são? Será que não estamos esperando muito dos outros?
Muitos dizem: "Ah, eu me desiludi com aquela pessoa". É claro! Sabem por quê? Porque se iludiram com ela, pensando que esta seria perfeita o tempo todo. Provavelmente, notaram muitas virtudes e aí passaram a imaginar que aquela pessoa era perfeita, mas quando esta mostrou alguma imperfeição, veio a desilusão, o engano, a decepção. Aí, muitos dizem que não conseguem perdoar porque estão muito magoados. Porém, o problema não está no outro, pois era previsível que por mais especial que esta pessoa fosse, um dia acabaria agindo de forma diferente daquela que esperávamos. O erro está em nós, que não aceitamos as pessoas como elas são. Putz como é difícil digerir e aceitar isso!!!!! Será que estamos aceitando as pessoas como são? Será que não estamos esperando muito dos outros? Será que não estamos nos esquecendo de que assim como nós, o outro também pode estar num dia difícil? Será que nosso orgulho ou nossa resistência em conceder o perdão podem por a perder coisas, fatos, sentimentos e pessoas realmente importantes para nós?
Sem aceitação não há perdão! Nos aceitando e ao nosso próximo como ele é, nossos relacionamentos ficarão melhores. Sabem por quê? Porque não haverá tanta cobrança, tanta expectativa.
Outro motivo para esquecermos as ofensas está na constatação de que o perdão traz um grande alívio, tanto para quem perdoa, quanto para quem é perdoado. Quando alguém perdoa o outro e perdoa a si próprio, aprende também a desculpar, oferecendo a mesma oportunidade ao seu próximo. Quem ama sabe perdoar.... pois amor e perdão são complementos um do outro.

E como diria o apóstolo Paulo:

“O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho.... O amor tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.... Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança.... Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor.”

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Amo-te!


Mesmo que deixasse de escrever "amo-te" em cada pequeno lugar disponível, não te esqueceria. Assim não te esquecem as janelas dos autocarros em manhãs frias, ou os capôs dos carros sujos com que me deparo, a areia deserta em que faço das canas o meu lápis e escrevo sempre "Amo-te". Amo-te de um amor antigo, indizível e por isso mesmo também intransmissível. Não é possível dá-lo a ti.Serei egoísta talvez. Mas partilho esse amor com tanta gente. Centenas de desconhecidos que tão bem sabem que tu e eu existimos. Na frase que nos separa. Na distância que nos iguala. Apenas duas secretárias atrás de mim. Atirando-me papéis como se ainda partilhássemos aquele tempo bom do leite morno com café e do pão com manteiga e uma fatia de fiambre. Quando afirmaste categoricamente que aquela praia era tua. Fiquei a menina do balde azul. Do coração roubado. Amo-te, desenho de azulejo ou pedaço de calçada portuguesa. Embrulhada no xaile preto do fado, onde a saudade sabe de cor o teu nome. "Amo-te" ainda nos troncos das árvores dos jardins por onde passo. "Amo-te", nas portas das casas de banho públicas. Amo-te, mesmo que não saibas ou não o queiras e um dia eu deixe de o escrever. (Maria da Lua)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Sobre estar sozinho...

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.
Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade..
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não à partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação,há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
(Flávio Gikovate)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

A veces - Nicho Hinojosa

http://www.youtube.com/watch?v=hzM6adE_3Tk&feature=related

Porque a veces te pienso, porque a veces te lloro
Porque a veces no encuentro las palabras, para decirte que eres todo
Es que estas en mi mente cada vez que respiro
Por que vida, no me importa nada cuando no estas conmigo.

Quiero sentirte aquí en mis brazos, todavía
Enamorarme más de ti, hacerte mía, como la primera vez.

Porque a veces te pierdo, porque a veces te encuentr
Escondida en la jungla de mis sueños, en mis noches de desvelo
Porque eres mi locura, mi ansiedad y mi pasión.
Porque no, yo no entiendo cuando grita el silencio
Ni el orgullo que frena nuestras manos a la caricia del perdón
Porque no existen reglas ni el romance perfecto
Porque la historia que vivimos, fue escrita por los dos.

Quiero sentirte aquí en mis brazos, todavía
Enamorarme más de ti, hacerte mía, como la primera vez…

Porque a veces me ignoras, porque a veces me amas
Porque el tiempo nos une cada día, a pesar de la distancia
Porque a veces me enfrentas, porque a veces me abrazas
Porque llenas mi vida con tu risa, con tu voz y tú mirar
Porque crees en mis locuras y me entiendes sin hablar...
Te Quiero

domingo, 7 de setembro de 2008

Diário

http://br.youtube.com/watch?v=2Ut4L487ens

Meu amor,

Eu lutei e não foi pouco para tirar você do meu coração, da minha cabeça, da minha alma, da minha vida...
Tentei de todas as formas esquecer você... Procurei outros relacionamentos, outras pessoas, outros amores.... Teimei mesmo em seguir minha vida sem saber de ti!
Fingi que você não existia, fingi que não tinha te conhecido um dia... cheguei a ser grosseira e rude, querendo com isso explusar você para sempre da minha vida... Por um momento achei que tinha conseguido.... mas estava enganada.
Por conta destes desencontros, mais uma vez tentamos, eu e você encontrar o amor ao lado de outras pessoas.
Mas como poderemos encontrar o amor, se já o temos em nossa companhia desde o primeiro dia em que nos encontramos?
Como quisemos, pretendemos e conseguimos até mesmo nos enganar por algum tempo de que um dia iríamos encontrá-lo fora de nós?
Meu amor, finalmente entendemos o que nos negávamos a ver... entendemos que somos um do outro, feitos um para o outro e seremos inteiramente felizes somente estando juntos... não mais negando este inevitável amor que sentimos um pelo outro.
O tempo, nos trouxe a sabedoria, a maturidade e o entendimento de que somente juntos podemos estar inteiros, pois juntos somos apenas um... tamanha a sintonia das nossas almas.
A maturidade e a sabedoria faz com que hoje estejamos prontos para a espera, pacientes diante dos contra tempos e principalmente, confiantes e certos do amor que nos une.
Tenha certeza de uma coisa: eu te amo tanto e sempre da mesma forma que eu sei, você me ama de volta!

O meu amor


O meu amor é simples
Ele é gentil, delicado e generoso.
Ele é sensível, sutil e carinhoso.
Ele toca as mais profundas nuances da minha alma.
Ele chega até mim através do pensamento,
Invade meu ser e me deixa sentir a sua presença.
Acaricia minha alma e o meu corpo...
O meu amor é ousado...
Ele conhece cada fibra do meu ser...
Ele sabe instigar meus mais íntimos segredos,
Ele desperta e realiza os meus mais secretos desejos...
Ele tem a sabedoria de ser diversos homens em um só...
Ele sabe quando ser gentil e quando ser viril...
Algumas vezes me toca com carinho e gentileza...
Outras vezes me toca com força e malícia...
Ele é manso e ele é selvagem...
Ele é servo ele é senhor...
Ele é lago manso e ele é vulcão em erupção...
O meu amor é assim...
Completo, inteiro, intenso e eterno!
By: Mari

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Mensagem para o meu aniversário - 03/09


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

(Fernando Pessoa)

Presente...

Cattleya Lueddmanniana Caerúlea "Maristela"



Das muitas formas de expressar carinho e homenagear alguém, este presente que ganhei é sem dúvidas um dos mais singelos que já recebi...
Este foi um lindo presente de aniversário que ganhei do meu amigo Paulo, um orquidófilo dedicado e sensível!
Obrigada!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Obrigada!

Se o mundo acabasse hoje, provavelmente não teria dito muitas coisas para algumas pessoas, pensando nisso, resolvi dizer:

Para algumas pessoas que são muito importantes em minha vida, que deram e sempre darão um sentido especial a ela, quero dizer OBRIGADA!

Para as pessoas que passaram pela minha vida de uma maneira tão rápida que nem me deram tempo de dizer alguma coisa, quero dizer OBRIGADA!

Para as pessoas que por mais que o tempo passe, jamais serão esquecidas, pois possuem um pedaço do meu coração, quero dizer OBRIGADA!

Para as pessoas que além de possuirem um pedaço do meu coração, estão tatuadas em minha alma e seguirão comigo por outras exsitências, que dizer OBRIGADA!

Desejo poder estar com essas pessoas ainda por muito tempo, mas sempre é bom a gente dizer o que vai na alma.

Obrigada, porque de alguma forma todos vocês fizeram, fazem e farão parte do meu caminho. Agradeço a oportunidade de tê-las a meu lado, agradeço a troca que fizemos, as experiências que vivemos, as alegrias e até mesmo as dores que sentimos juntos, pois sem todas estas experiências, eu certamente não seria a pessoa que sou.

Pois que meu lema de vida é este:

"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!"

By: Mari

A gente aprende que .....


Sonhar é bom, mas sonhar demais não é saudável....
Devemos ter o sonho na alma mas.... os pés sempre no chão!

Acreditar é importante, mas devemos acreditar sempre mantendo um pé atrás...
Afinal nem todo mundo é sincero naquilo que está dizendo... falar é fácil, manter a palavra e agir de acordo com o que se falou... não é para todo mundo não!

Algumas pessoas nos aceitam exatamente como somos e abrem suas vidas para nos receber.... por isso muito cuidado quando você decidir fazer parte da vida de alguém, só faça isso se tiver mesmo a intenção de permanecer, caso constrário.... nem se aproxime! Vai evitar dor e decepção!

E que... nem todo mundo é o que diz ser; nem todos agem com o coração; nem todo mundo é sincero no sentimento; nem todo mundo está na mesma sintonia que você!

..... Mas o importante é que VOCÊ saiba que deu o melhor de si, que tudo o que disse foi de coração, e que você foi sincero em palavras e ações...Se você tiver esta certeza dentro do seu coração o resto é só resto mesmo!

By: Mari

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