Seja Bem Vindo!

Eu não preciso de ti. Tu não precisas de mim. Mas, se tu me cativares, e se eu te cativar...Ambos precisaremos, um do outro. A gente só conhece bem as coisas que cativou, por isso tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas!

(Antoine de Saint-Exupéry).


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Autenticidade




Esta é uma coisa que as pessoas estão perdendo, a autenticidade!
Vivemos em uma sociedade repleta de preconceitos e pré-conceitos e as pessoas vão perdendo sua essência.
Existe uma preocupação absurda em ser aceito, mas não como somos e sim como esperam que sejamos.
São padrões de beleza, de cultura, de comportamento, etc., que foram se estabelecendo e que querem nos empurrar goela abaixo. A sociedade em que vivemos nos imputa algumas normas que fazem com que limitemos o ser e o não ser. E assim, se não tomamos cuidado, acabamos por perder a autenticidade, até chegar o momento em que vamos nos perguntar: 
Quem somos afinal? 
Sou o quero ser ou que gostariam que eu fosse?
Preciso ter sempre a aprovação dos outros ou posso ser feliz apenas por ser quem sou?
Quero ser respeitado por seguir padrões ou é suficiente o auto respeito por seguir as minhas convicções?
Quantas máscaras vamos precisar usar para fingir que somos felizes?
O que realmente importa de verdade, a essência ou a aparência?
É uma linha muito tênue aquela que nos separa da autenticidade e da hipocrisia.

(By: Mari) 

10 comentários:

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

Bacana a reflexão, Mari.
eu acho que todos temos que ser autênticos, desde que não desrespeitemos o espaço do outro.
cada um seja o que é, que seja no seu quadrado, acho o caminho mais correto.

bom dia!

angela disse...

Bom texto. Boas questões. É bom se perguntar sempre para não se perder em falsos conceitos.
Obrigada pela visita. Estou bem, só um pouco atarefada demais.
beijos

Yasmine Lemos disse...

Mari bom dia! Vimos isto por todos os lados e se não tivermos maturidade mínima embacarmos na onda, penso nos nossos filhos muito mais vulneráveis diante dessa imposição da personalidade artificial.Você está certíssima, a hipocrisia deixou de se camuflar e escancarou.
um beijo grande ...ótimo tema para os dias atuais

Tatiane Garcia disse...

É Mari..mto verdade. Quer um exemplo: nossos jovens. Olho em volta e acho que eles estão saindo de uma linha de produção. todos iguais, cara triste, roupa feia e se achando o máximo..e aquele que ousa ser diferente acaba vítima de bullyng...isso é mto triste...

Chica disse...

Putz...ela tá faltando e muiiiiiiiiiito e em todos os lugares.Uma pena!!! beijos,lindo dia!chica

Pelos caminhos da vida. disse...

E como está em falta hein Mari...

Obrigada pela sua companhia.

beijooo.

Pérola disse...

Adorei.
O meu padrão de vida é único,ser honesta comigo e com os que me cercam. Se já passei por momentos onde agradar era mais importante do q a mim,passou.
Sou exclusiva de mim apenas e aos outros deixo meu carinho e minha admiração se ñ a contento já sabem o caminho que devem seguir.
Beijo grande minha linda

Mafalda S. disse...

Querida Mari, tens toda a razão.

Creio que a melhor forma de ir mudando isso é através da educação das crianças de hoje. Deveremos tentar proporcionar-lhes experiências variadas, para que elas próprias sigam o seu propósito de vida. Devemos demonstrar amor, para que saibam que estaremos do seu lado, mesmo que o seu propósito seja diferente do que imaginamos para elas.

Creio que, como dizes, ninguém pode ser completamente feliz, usando uma máscara. Resta-nos ter coragem para mudar.

Beijinhos

JOE ANT disse...

Em 2008, para responder a alguém que me achava enigmático (i.e, não autêntico), inseri um post, com o título "Enigma", um texto muito valioso do "Bresson".
Vidé:
>> http://joe-ant.blogspot.com/2008/08/enigma.html

Mari disse...

Oi meus amigos,

Realmente é uma questão de educação e principalmente de uma mudança na nossa própria postura!
Obrigada pelo carinho
Beijos

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